Veja o objetivo da onu: tirar os direitos dos pais sobre os filhos


De que modo os Acordos da ONU sobre os Direitos das Mulheres e das Crianças Minam os Valores da Família, os Valores Cristãos e a Soberania dos Países.
MINANDO O PAPEL FUNDAMENTAL DA FAMÍLIA
As pesquisas na área da ciência social mostram que a família natural é onde crianças são criadas por um pai e mãe casados. Todas as outras formas de família apresentam ligações com elevados índices de crime, nascimentos ilegítimos, dependência de serviços de assistência social, vício de álcool e drogas, níveis baixos de educação, renda inferior, menos saúde e uma expectativa de vida menor.
 Filhos que nascem fora do casamento sofrem um risco mais elevado de mortalidade infantil, principalmente no caso de mães adolescentes. Eles desenvolvem mais lentamente a capacidade de se comunicar e aprender, têm problemas emocionais e comportamentais e, na adolescência, se envolvem com crimes. 
 A ciência social também documenta os efeitos do divórcio nas crianças,  os quais incluem delinqüência juvenil, abuso infantil, pobreza, envolvimento sexual precoce, índice elevado de nascimentos fora do casamento e índices elevados de coabitação com “namorados”.
De que modo a ONU está querendo levar as famílias nessa direção?
Concerned Women for America (Mulheres Preocupadas com o Bem-Estar dos EUA), a organização evangélica fundada pela conhecida escritora Beverly LaHaye, mostra:
“A CEDAW mina a estrutura da família tradicional nas nações que respeitam a família. A CEDAW declara: ‘É necessário mudar os papéis tradicionais dos homens e das mulheres na sociedade e na família para se alcançar a plena igualdade entre homens e mulheres’.
A CEDAW também requer que os países tomem todas as medidas apropriadas para ‘modificar os padrões sociais e culturais de condutas masculinas e femininas, a fim de realizar a eliminação dos preconceitos com base nos papéis masculinos e femininos’.
Para implementar esses objetivos, a CEDAW exigiu, por exemplo, que o pequeno país europeu do Luxemburgo mudasse suas ‘atitudes estereotipadas que tendem a mostrar os homens como chefes de família e responsáveis pelo sustento da casa e as mulheres principalmente como donas de casa’”.
Minando os Papéis e os Direitos dos Pais
Gary Becker, professor da Universidade de Chicago, diz em sua pesquisa que, ainda que o marido tenha uma renda trabalhando fora, a esposa desempenha um papel econômico mais importante do que o dele, com relação à família e à comunidade, quando ela permanece no lar para criar filhos felizes e saudáveis.
Entretanto, os relatórios mais recentes da ONU instruem as nações a eliminar, mediante legislação, as normas culturais que apóiam o papel das mães no lar.
Em vez de protegerem a posição das mães que escolhem permanecer no lar para cuidar dos filhos, os relatórios da ONU recomendam, com o pretexto de elevar a condição das mulheres e reduzir a discriminação, políticas que as afastem de seu trabalho como mãe no lar.
De acordo com Concerned Women for America, esses relatórios recomendam, entre outras políticas, que cada nação
Trate o Dia das Mães e o papel de mãe da esposa como uma “invenção social” sem importância.
· Mude as constituições que protegem o papel das mães que preferem permanecer no lar.
· Deixe claro que as mulheres profissionais que trabalham fora do lar têm uma posição social mais elevada do que as esposas que permanecem no lar.
Um relatório da CEDAW, por exemplo, mostrou-se “preocupado porque o Artigo 41.2 da Constituição Irlandesa reflete uma ‘visão estereotípica do papel das mulheres no lar e como mães’”. 
Afinal, o que é que a Constituição Irlandesa diz que está incomodando tanto a ONU? Veja:
O Estado, pois, se compromete a proteger a família em sua constituição e autoridade, como a base necessária da ordem social e como indispensável ao bem-estar da nação e do Estado. De modo particular, o Estado reconhece que com sua vida no lar a mulher dá ao Estado um apoio sem o qual não se poderia alcançar o bem comum. O Estado, pois, se empenhará para assegurar que as mães não sejam obrigadas por necessidades financeiras a trabalhar fora, negligenciando assim seus deveres no lar.
Além disso, a CEDAW recomendou que o governo da Armênia utilize as escolas públicas e os meios de comunicação para combater o estereótipo tradicional da mulher no papel de mãe. 
 A CEDAW também criticou a Bielorússia pela “ampla aceitação de estereótipos de papéis sexuais, tais como… símbolos como o Dia das Mães… que encorajam os papéis tradicionais das mulheres.”
Creches do Governo como Mães Substitutas
Para empurrar mais mães para o mercado de trabalho fora do lar, os relatórios da ONU insistem em que cada país mude suas leis a fim de garantir
Ampla disponibilidade de creches para recém-nascidos.
· Estabelecimento de educação pré-escolar para criancinhas (outra forma de creche estatal).
Os comitês que atuam na ONU estão sempre pressionando as nações a aumentar o número de creches financiadas pelo governo, apesar da imensa quantidade de pesquisas que mostram que a maioria das mães prefere permanecer no lar para criar suas criancinhas e que mostram que crianças criadas fora do lar muitas vezes sofrem conseqüências negativas por muito tempo.
Por exemplo, um estudo recente realizado pela Fundação Nacional do Canadá para a Educação e Pesquisa da Família constatou que em média as crianças criadas em creche têm um comportamento emocional, intelectual e social pior do que as crianças criadas no lar.
Com relação à Alemanha, a ONU se mostrou insatisfeita com o fato de que por causa do cuidado de crianças pequenas, as esposas estavam tendo dificuldade de se dedicar a uma profissão fora do lar. Então revelou a necessidade de se criar creches para criancinhas de 0 a 3 anos.
Concerned Women for America afirma: “A CEDAW mina a importância do papel dos pais na criação dos filhos. A CEDAW declara que em assunto de família ‘os interesses das crianças serão supremo’.
Contudo, quem é que vai decidir os ‘melhores interesses’ das crianças?
Com relação a essa questão, a CEDAW deixou claro que o governo, não os pais, é que sabem melhor como lidar com as crianças.
O Comitê da CEDAW ridicularizou o governo da Eslovênia porque só 30 por cento das crianças com menos de três anos estavam em creches. Os restantes 70 por cento, afirmou o Comitê, estavam perdendo as oportunidades sociais e educacionais que as creches oferecem”.
Aumentando os Direitos das Crianças
A Declaração Universal dos Direitos Humanos declara: “Os pais têm o direito prioritário de escolher o tipo de educação que será dada a seus filhos.”  Além disso, todos os países sempre protegeram e respeitaram o papel dos pais na formação do caráter dos filhos. Apesar disso, a ONU está buscando maneiras de alterar as leis de cada país na área dos direitos dos pais com relação aos filhos.

Os comitês da ONU estão influenciando os países a dar às crianças:
* O direito à privacidade, até mesmo dentro da própria família.
* O direito a aconselhamento profissional sem o consentimento ou orientação dos pais.
* O pleno direito ao aborto e aos anticoncepcionais, até mesmo em violação da ética e desejos dos pais.
* O direito à total liberdade de expressão no lar e na escola.

* Os meios legais para desafiar na justiça a autoridade dos pais no lar.
O direito à privacidade estabelece paredes legais entre pais e filhos dentro do próprio lar. Normalmente, quando os filhos demonstram comportamento rebelde, a sociedade dá aos pais liberdade para aplicar disciplina.
Mas a ONU está tentando estabelecer, através de políticas e leis, condições que promovem esse tipo de rebelião.
Embora o que a ONU diz sobre as crianças pareça bom, Focus on the Family (Valor para a Família), a organização evangélica fundada e presidida pelo Dr. James Dobson, alerta: “[A Convenção dos Direitos da Criança] parece algo bonito e inocente, mas o que não estão dizendo é que [esse documento] é um plano radical das Nações Unidas para usurpar as responsabilidades dos pais”.
Concerned Women for America também dá seu alerta: “A Convenção dos Direitos da Criança vai muito além de simplesmente proteger… Intromete-se nos assuntos pessoais da família, colocando os filhos em inimizade com os pais. Com relação à disciplina física… alguns pais se queixam de que a CDC está roubando seu direito de criar seus filhos de um modo disciplinado. A preocupação dos pais é que se aplicarem disciplina física, eles serão levados a julgamento. A experiência em outros países prova que sua preocupação tem fundamento.
A ONU criticou o Canadá duas vezes (em 1995 e 2000) por permitir legalmente que os pais disciplinem os filhos fisicamente. Em 2001, a pedido de assistentes sociais a polícia canadense tomou sete crianças, de idades entre 6 e 14, de seus pais evangélicos. As crianças choravam e protestavam enquanto a polícia as arrastava para fora de casa. O tribunal só deu permissão para as crianças voltarem para casa depois que os pais concordaram em não mais aplicar a disciplina física nos filhos.
O Rev. Henry Hildebrandt, pastor da família, explicou para as autoridades que a família estava apenas obedecendo ao que Deus diz em Provérbios 13:24: ‘O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina’.  Ele afirmou que o significado dessa passagem é que os pais precisam aplicar a disciplina física nos filhos, porém deixou claro que esse versículo não é uma autorização para causar ferimentos nas crianças.
Quando as autoridades começaram a questionar mais pais evangélicos, 26 mães e 74 crianças fugiram para os Estados Unidos… A única coisa que a CDC garante é uma base excelente para as organizações de esquerda separarem os filhos das famílias que vivem uma vida religiosa ou moralmente íntegra”.

A CDC dá tantos direitos às crianças que os pais poderiam ser impedidos de proibir os filhos de ver pornografia no computador ou na TV. 

Se esses direitos passarem a fazer parte das leis nacionais, os filhos poderiam ganhar fácil acesso à assistência legal para desafiar os pais nos tribunais.

O comitê da CDC, num relatório, explica que “está preocupado com as leis que não permitem que as crianças, de modo particular os adolescentes, busquem aconselhamento médico ou legal sem o consentimento dos pais.” 

O aconselhamento para crianças inclui conselhos sobre anticoncepcionais e até mesmo encaminhamento para serviços médicos de aborto, sem a orientação dos pais, como já ocorre em alguns países “avançados”.

Na área de aconselhamento, a ONU tenta afastar as crianças da direção moral direta dos pais, apesar de que uma recente pesquisa da Revista da Associação Médica Americana mostrou o que acontece quando os pais não dão nenhuma liberdade para que seus filhos se envolvam com anticoncepcionais e sexo fora do casamento: tal cuidado funciona como uma forma eficiente de proteger os filhos de uma gravidez na adolescência.

A ONU sente-se muito incomodada com a liberdade que os pais têm para guiar a educação moral de seus filhos. Em 1995, o comitê da CDC repreendeu o Reino Unido através da seguinte declaração:
Insuficiente atenção se dá ao direito de a criança expressar suas opiniões, inclusive nos casos em que pais na Inglaterra e em Gales têm a possibilidade de tirar seus filhos de algumas aulas de educação sexual nas escolas. Nessa como em outras decisões… a criança não é convidada a expressar suas opiniões e essas opiniões talvez não sejam levadas em consideração, conforme se exige no artigo 12 da Convenção [dos Direitos das Crianças].
Por que tanto empenho para que as crianças não percam as aulas de educação sexual?
Lynette Burrows, líder pró-família no Reino Unido, alerta sobre os grupos que estão apoiando a ONU em sua busca de maior liberdade para as crianças:
“Quem mais apóia os ‘direitos das crianças’ são as organizações homossexuais e de pedófilos [indivíduos que se envolvem sexualmente com crianças], que percebem que o modo mais fácil de obter acesso a crianças é reivindicando sua liberação, expondo-as assim à conduta predatória dos que querem lhes fazer mal.”
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Deus diz à nós através de Sua Palavra :  “Exorto, pois, antes de tudo, que façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridades, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda piedade e honestidade. (1 Timóteo 2.1-2).

Sobre Andre Magalhaes

Meu Senhor é Jesus
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Uma resposta para Veja o objetivo da onu: tirar os direitos dos pais sobre os filhos

  1. Maely disse:

    A Bíblia, é clara sobre o direito que os pais tem sobre os filhos. E o mundo está aí querendo tirar este direito. Querem destuir a familia, nós temos que orar a Deus, para que Ele nos conceda graça!!

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